Posso ser canção Ser força e razão Ser mar ou rio Ser calor e frio Mas não serei Fado triste Nem calarei a voz Não fraquejarei Perante gente atroz Posso ser paz Ser amor e paixão Mas não direi sim Quando quero dizer não.
Um dia disse, “que estar morto é a diferença entre estar aqui e não estar mais”.
Bem, não está aqui, mas estará sempre, viverá na sua obra, e no pensamento de todos os Portugueses, mesmo daqueles que não o admiravam, e têm plena consciência de que fez e fará parte da cultura do nosso país.
Escritor, Homem de grandes polémicas, sem medo de dizer o que pensava, perante a Igreja e os políticos, porque nunca precisou de favores, Homem de convicções e ideais bem diferentes da maioria dos portugueses, valia pelo que escrevia e como escrevia. E só por isso não lhe perdoaram ser o 1º Nobel da Literatura.
Com a “Bagagem do Viajante” “Como Homem Duplicado” Levou consigo O ”Evangelho Segundo Jesus Cristo” Sacrilégio por muitos considerado
Deixou o “Cerco de Lisboa” Com rumo Ao “Conto da Ilha Desconhecida” E “No Memorial do Convento” Ganhou a popularidade merecida
Foi na sua “Jangada de Pedra” Com “Ensaios sobre a Lucidez” De rumo a Lanzarote Onde admiravam este português.
"Caim" que criou grande polémica E pelo qual quase foi crucificado Transformou-se num best-seller, Apesar de tanto ser criticado!
E nos livros que escreveu Não esqueceu a criança Deixo-lhe por isso "A Maior Flor do Mundo" Com um sorriso de esperança!
Andei num mundo Que não era o meu Viajei no tempo Que não tinha horário Quando regressei Vi que o meu mundo Estava ao contrário Tempo perdido Caminho sem rumo Coração partido Porque não levei prumo Agora, em qualquer viagem Que venha a fazer O prumo e a bússula Não irei esquecer.
Há pobreza Onde não há alimentos Educação e medicamentos
Há pobreza Onde não há emprego Saúde e aconchego
Há pobreza Enquanto houver corrupção Desigualdade e descriminação
Há pobreza Enquanto houver Guerras provocadas Para armas encomendadas
Há pobreza Enquanto houver egoísmo Injustiça e racismo
E no meio desta pobreza Será mais rico quem Dividir o pão que tem Emprestar o livro que já leu Não pensar num só “EU” Lutar pela paz no dia-a-dia Semear alguma alegria!
Não acaba a pobreza, Mas um pouquinho de nós Fará um dia muito melhor Para quem nos rodeia Com certeza!
Quero ser sonho e realidade grito de liberdade calor do abraço deitar no teu regaço ter fé e esperança num mundo sem bonança ser amparo e abrigo do amigo e inimigo ser alegria e luz de quem me conduz
Quero ver sorrisos felizes em todos os petizes acabarem-se as guerras em todas as terras haver menos pobreza e pão em toda a mesa
Quero ser e ver Um mundo de Paz De amor e alegria E que este meu sonho Deixe de ser utopia!
Apareceste hoje Em meus sonhos, Não é a primeira vez Que tentas falar comigo Como se quisesses avisar-me Que algo me pode acontecer Hoje tocaste-me na mão E mostraste-me um papel Onde estava escrito A palavra Mentira Que me querias dizer tu?! Faz 7 anos que partiste E continuas a ser sempre O meu querido Amigo Que me aconselha E tenta proteger Mesmo muito longe de mim! Muita luz no teu caminho Nunca te esquecerei!
Há dias que espero, A minha inspiração… Enquanto chega e não chega, Estou de caneta na mão! Acabo por desistir Quando quiser voltará, Vou guardar o caderno, Espero pelo amanhã! Ate que me dá um “clik”... Lembro-me de algo ou alguém Começo a escrever Mal… mas sempre por bem! E vou formando rimas Que as veses não são ricas Mas a escrever aprendo Que as palavras são mágicas! E num desencadear De rimas menos ricas a caneta Sinto que escrevo por prazer Não para ser poeta! Céci