quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Escolhi o Malmequer!



















Entre muitas flores
Não olhei para uma qualquer
Escolhi uma linda e singela
Que se chama malmequer

Malmequer é inocência
De pétalas alvas e luminosas
Crescem no meio das ervas
E são flores maravilhosas

Não são muito cheirosas
E nada sofisticadas
Estas flores são alegria
Nunca vivem isoladas

Criadas no campo
Cheias de vida e cor
Há quem as desfolhe
E faça perguntas de amor

Bem me quer….mal me quer …

Céci

12 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida
Adoro malmequeres, talvez me façam lembrar a minha infância...não sei.
Poema muito lindo.

deixo beijinhos
Sonhadora

Anna disse...

Muitos mal me quer, bem me quer nessa vida ! Bjus !! Ameii

poetaeusou . . . disse...

*
num mar de malmequeres
brancos, a alva cor,
sou a loucura do querer
na tragédia de não ser
um malmequer desejado !
srsrsrsr,
,
conchinhas floridas,
,
*

sonho disse...

Nem sempre a flor mais linda...é a mais bela...:)
Beijo d'anjo

Vieira Calado disse...

Eterno.

Eternamente

essa questão do bem-me-quer,
mal-me-quer!

Eternamente

a questão

do amor!

Beijoca

Rafael Castellar das Neves disse...

Melhor assim, não é? Quando o que sai da curva pode ser o que é bom, sendo que não é esperado...o tombo fica menor..

[]s

Agulheta disse...

Céci.Depois de alguns dias confusos,finalmente alguma tranquilidade.Adoro flores do campo,e malmequeres igual,pela cor e singeleza,tudo que é simples melhor será,e este poema assim é,simples como gosto.
Beijinho e tudo de bom

Nilson Barcelli disse...

Uma flor eternamente simples e bonita.
A partir dela, criaste um bonito poema. Gostei imenso.
Um beijo, querida amiga.

G I L B E R T O disse...

Céci

O que mais me chamou a atenção no teu poema foi a beleza que está dentro da sua simplicidade. Realmente muito lindo!

Gosto de poemas assim, que a gente lê e o sente na hora, o entende na hora!

Estejas bem agora e sempre!

Mariz disse...

olá malmequer
minha querida - pata mim sempre o foste e espero que também o tivesses sentido.
Vim deixar-te um beijo porque observei que foste ao meu blog...

O post que lá está não tem nada a ver contigo - podia ficar triste - ms com outro tipo de gente onde nunca te cimclui, porque sempre te achei diferente, embora não mais fosses dar-me um olá e eu não tenho há já açgum tempo vontade de andar por aí e depois, digo francamente...esqueço-me!

Fica bem e deixo a minha amizade sincera
Mariz

Dilmar Gomes disse...

Amiga, seu poema me transportou para a minha adolescencia, numa época em que a timidez me dominava. Eu gostava de uma menina que também gostava de mim, mas eu não possuia a coragem necessária para dar o primeiro passo e declarar-me. Então, minha amada, passava com uma amiginha pela frente da minha casa desfolhando um mal-me-quer...
Doce, o seu poema. Amei.
Um grande abraço.

Vieira Calado disse...

Vim ver se havia novidades...

Beijocas