segunda-feira, 16 de março de 2009

Um Raio de Luz...



















Em passos lentos e muitos pequenos,
meu caminho foi em direcção ao sol

Queria um raio de luz,
que trespassasse a vidraça
me fizesse sorrir,
E me deixasse sem graça

Queria um raio de luz
Que não se apagasse
E nas noites mais escuras
Estrela se transformasse

Queria um raio de luz
Que me acordasse cedinho
Me desse os bons dias
Com um beijo quentinho

Queria um raio de luz
Para me fazer sentir
Que em dias de chuva
Também é possível sorrir

Queria um raio de luz
Que ao fim da tardinha
Me pintasse o céu e o mar
De uma cor que fosse minha

E, eu em passos lentos
Fui em direcção ao Sol!

6 comentários:

Agulheta disse...

Liar!Um raio de luz nos transmite a esperança do amanhã,num belo raiar de sol onde se faz a diferença da vida,gostei da foto um pleno raio.
Beijinho

Ana disse...

Querida Céci ainda bem que foste à procura do raio de Luz e encontraste o Sol na tua alma, que te deu inspiração para escreveres desta forma harmoniosa, autentica,e pura.
Está excelente, tanto o maravilhoso poema como a bela imagem a ilustrá-lo.
Hoje precisava eu de um pouco de tranquilidade, ontem perdi a carteira onde tenho os documentos, os cartões &cª. e não dormi "nadinha" preocupada. Vou ver se está no carro de uma mocinha que me deu boleia até ao Jumbo.
Beijinhos minha querida, fica bem. Tem um dia muito feliz!
Guga

Ana disse...

Olá Querida!

Já apareceu, felizmente.
Obrigada por te preocupares.
Um jinho muito gande,
Guga

utopia das palavras disse...

Ceci

Um raio de luz é tão pouco e ao mesmo tempo tao grandioso. Luz que tão boa energia nos dá.
Um raio de luz que te inspirou num poema tão terno!

Beijinho

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA LIAR, SUBLIME POEMA TOVCOU O MEU CORAÇÃO AMIGA... UM ABRAÇO DE MUITO CARINHO,
FERNANDIHA

A.S. disse...

Olá Liar...

Gostei muito do teu poema!

Pela coincidência, deixo-te um poema do meu livro "Entre Margens", publicado há 5 anos!


SIGO UM CAMINHO LONGO!


Sigo um caminho longo
no avesso do céu
nem sempre o passo se aligeira...
Debaixo da chuva persistente
olho no passeio os espelhos de menino
e vou em frente,
escultura transparente
como o chão que quase não sinto!
Feito visita, vou direito al sol...
Quando me arder,
ofereço-lhe o meu nome!


Um beijo...